Ideias e pensamentos em prosa e poesia.

Caros leitores e leitoras:

Como alguns de vocês sabem, eu tenho um grande interesse por assuntos esotéricos e relacionados a espiritualidade e ultimamente tenho me deparado, ao olhar para o relógio espontaneamente, com o horário 11h:11min.

Então, como bom curioso, resolvi pesquisar e encontrei artigos bem interessantes a respeito dessas constantes coincidências. Em um dos artigos de Vera Tanze, ela faz esse questionamento: “quantos de vocês deram pausas repentinas no que estavam fazendo e olharam para o relógio, constatando ser 11h11min”?

Continuei a ler sobre o assunto e descobri que 11/11/11 é uma data muito especial para o planeta Terra. De acordo com espiritualistas, 11:11, além de um portal dimensional que será aberto, é uma poderosa energia que cada um sente de uma forma. É um canal direto com nosso Eu Superior e o meio pelo qual poderemos evoluir. Ainda de acordo com Vera Tanze*, esse portal marca o fim da dualidade e a abertura da Unidade, nossa Essência Divina.

Ao longo da história, antes desse portal de abertura, outros existiram junto com grandes civilizações em Shambala, no Deserto de Gobi e An, próximo ao Lago Titicaca. Vera explica que essas civilizações desapareceram do nosso plano físico, “mas muitos dos seus seres mais elevados se tornaram Mestres Ascensos, enquanto outros optaram por continuar no ciclo reencarnatório e esperar o próximo Portal de abertura dimensional, com o intuito de auxiliar na evolução planetária”.

Ele representa o retorno ao lar e é o primeiro Portal na Nova Oitava. Para isso, recebemos o auxílio de diversas hierarquias cósmicas, como a Ordem de Melquizedec, Legiões do Arcanjo Miguel, famílias de El, An, Ra, Anjos Solares do Grande Sol Central. Porém, percebemos que a batalha da dualidade está acentuada, segundo a autora do artigo, como se fosse um grande e apertado funil, misturando tudo. Por isso ela sugere ser necessário que ancoremos firmemente nosso modelo de Unidade. E novamente “haverá aqueles que optarão por permanecer até o próximo portal para auxiliar a construir a Nova Terra, outros não passarão mesmo, e os demais poderão retornar aos seus lares”.

A tendência é que as lembranças seladas de nossa origem que carregamos em nossa memória, armazenada em nosso DNA agora tendem a aflorar, o que gera um desconforto, como tudo que é novo sempre gera. Sintomas físicos como irritação, depressão, tristeza e tontura. Com isso, Vera compartilha que nossa primeira tarefa de despertar é assumirmos que somos seres multidimensionais, “para que possamos fundir a 4ª e 5ª freqüências dimensionais na bem conhecida 3ª dimensão”.

Ela nos conta que, embora esse portal começou a ser aberto em 11/90, a data oficial é 11/01/1992. De acordo com Tanze:

“É uma viagem ao desconhecido que nos levará mais próximo de nosso lar. É uma escola nunca antes experimentada. O símbolo 11:11 está codificado em nossos registros, muito antes de encarnarmos pela primeira vez, e ele foi como que escrito nas fibras de nosso DNA pelos Conselhos Estelares. Agora é o momento de disparar o código, permitindo que os selos sejam descobertos”.

E isso leva de volta a coincidência que compartilhei no começo do artigo. Cada vez que olhava para o relógio e via o número 11:11 espontaneamente, não era um simples acaso. É um chamado do Universo para que voltemos a nos conectar com nosso Eu Superior, nosso Mentor Espiritual e, mais que isso, com nossa Essência Divina. É o momento de nos tornarmos novamente Unidade.

Eu confesso ter me identificado com esse artigo, por isso o usei como referência para essa postagem. Ainda mais quando Vera afirma o seguinte:

“Muitos tentam em vão saber qual sua missão, fazendo meditações, buscando centros espíritas, etc. Mas as Ordens permanecem ocultas. Por quê? … As Ordens Secretas contém os esquemas da Divina Missão individual, que somente podem ser revelados àqueles que estejam ancorados firmemente no modelo da Unidade. Para isto, é imprescindível que unam os fragmentos de seu Eu. Essas Missões Divinas não são para serem abertas por um fragmento do Eu de 3ª dimensão”.

Se você, leitor, assim como eu, se encaixa nessa situação, não se preocupe. Tanze nos orienta sobre o que fazer:

“…Esqueça de suas Ordens Secretas por enquanto e se concentre no seu Eu Superior. Automaticamente, irá se conectando e só quando incorporar totalmente sua presença Eu Sou no seu corpo físico, ser-lhe-á revelada sua Missão. Isso também se deve à autopreservação, pois se tivéssemos consciência sem o preparo exigido entraríamos em pânico”.

E isso não é nada complexo, complicado ou difícil de se executar. A autora nos mostra que essa conexão com o Eu Superior é simples: basta seguir sua vida, fazer o melhor que puder por você e pelos outros. Usar ética em todos os setores de sua vida. Com certeza, os selos serão abertos. Não pense sobre sua Missão, faça sua parte nas mínimas coisas. “O segredo está na simplicidade das coisas”, nos diz Vera.

Eu sei que é muita informação. Eu também não compreendo com total clareza tudo que isso significa. Mas eu acredito que nada acontece por acaso e eu ter pesquisado sobre esse assunto e escolhê-lo também não foi coincidência. Temos que lembrar que nós viemos das estrelas e somos divididos em três grupos: os despertos; os que estão em processo de despertar e os que optaram por não se lembrar. Tanze define cada um deles:

Os despertos: Se reconhecem entre si com profundo respeito. Os egos foram transcendidos. Se reúnem na Unidade para fazerem sua parte a serviço do Todo. Esse grupo tem a incumbência de despertar o segundo grupo, dos que estão em processo de despertar. Por isso eles trabalham com o senso de urgência, pois falta pouco tempo. O terceiro grupo, dos que optaram por não se lembrar, são excelentes como são. Devemos respeitar o momento de cada ser e suas escolhas.

Prometo que estou finalizando. É que cada informação faz parte de um todo maior, e sem elas é como se eu estivesse escrevendo apenas partes de algo que é muito maior. Como eu disse, não entendo tanto das partes técnicas. Por isso escolhi o artigo de Vera Tanze como base.

Vamos a um pouco de história:

– Entre 16 e 17/8/1987, A autora nos conta que houve a Convergência Harmônica que ancorou a 4ª dimensão. Muitos seres vieram nessa época para possibilitar essa ancoragem (como as tão faladas Crianças Cristal, Índigos, dentre outras).

– Em 11/7/1991 houve o grande Eclipse Solar que iluminou os canais para a abertura da entrada efetiva do Portal 11:11;

– Em 11/11/91, houve a ativação planetária pela Ordem de Melquizedec, que abriu a porta para a antiga sabedoria. Com esse portal, foi dado um salto quântico que vem sendo reforçado na Terra.

Vera explica também que, quando alcançamos um Merkabá (Nave Consciência**…) de um grupo que atravessou o Portal 11:11, chegamos até a 7ªoitava. “É o destino para a grande maioria. Aí, então, a Terra descansará já transformada”. E é aqui que será construída a Nova Terra, onde seus habitantes viverão na Unidade. Como conseqüência, o Portal 11:11 se transformará em 22 e nesse ponto optamos se queremos ir além, para a 11ª oitava, onde o 22 se transformará em 44.

A 11ª Oitava é a plataforma de lançamento para o Além do Além. Mais importante é saber que os seres da 7ª oitava ou da 11ª e os do mais além, residem dentro de um modelo de Unidade, podendo ter contato entre si, segundo a autora.

Para aqueles que como eu estão experimentando a energia do 11:11 estão sentindo profundas modificações em seu interior, em suas percepções. O que era imaginação e instinto, hoje é fato e ponto de partida para a ação. A mais importante mudança do nosso DNA, nos explica Vera, é a Unidade que será reconectada com o Eu Superior, permitindo maior sutilização do ser. E ela nos mostra que:

“Para aqueles que optarem por permanecer na dualidade, e que são maioria, afirmo que todos serão beneficiados pelo Portal 11:11, porque, como somos todos um, mesmo que uma porção de nós opte por ir para além da dualidade, os que ficarem aproveitarão, pois os que se moverem para cima, deixarão responsabilidade para os que ficarem, que necessariamente deverão caminhar para frente, causando um realinhamento maciço da dualidade”.

Aqueles que forem não estarão abandonando os que ficarem, pois nunca nos separaremos de parte de nós mesmos. Tanze nos mostra também que fomos chamados a seguir, assim como fomos chamados a ser voluntários há muito tempo. “Não estamos nos separando, pois o que é invisível se tornará visível para todos”. Chegará um novo Portal e o ciclo recomeça: vocês darão lugar aos que ficarem e assim sucessivamente, até que retornemos à Fonte.

Para finalizar, Tanze afira que: “Houve tempos em que não sobrevivemos ao teste final e o nosso planeta foi aniquilado. Agora é novo teste. Olhem para dentro de si e busquem em suas células sua Essência Unificada e vivam, a cada momento, o infinito de que somos todos um”

Referências:
*O Portal 11:11, por Vera Helena Tanze, disponível em http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=2931

** Sobre esse tópico, podem ler o artigo de Vera Ghimel disponível em http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=115

NOTA: No dia 11/11/2011, precisamente às 11h:11m:11s, se você quiser conectar-se a esse portal e fazer parte dessa Nova Era, entre no link e faça a Oração de Co-criação, do mestre Saint Germain: http://www.sintoniasaintgermain.com.br/cocriacao.html

O tempo tem passado muito depressa. Parece que foi ontem que uma oportunidade bateu à porta do meu coração e eu a deixei entrar. Foi tão bom sentir o coração batendo mais forte e mais lento ao mesmo tempo de novo! Aquele frio na barriga toda a vez que seguro sua mão, como se o mundo todo parasse e só existe aquele instante.

Tantas coisas acontecem entre duas pessoas, que nem sempre a memória é capaz de guardar. Mas cada instante vale a pena, mesmo que ele seja pequeno, minúsculo. Apenas uma fração de segundos e é como se fosse uma vida toda…

A perfeição não existiu, não existe e nunca existirá. O que existe são duas pessoas, com qualidades, defeitos, cicatrizes de lutas, às vezes vitoriosas e outras nem tanto, tentando harmonizar seus mundos. Dois mundos diferentes, quase opostos, mas como a Terra e a Lua, um não vive sem o outro.

Dizer “eu te amo” é muito simples. Basta abrir a boca, pronunciar as palavras e está dito. Mas dizer e sentir “eu te amo”, é muito mais intenso e verdadeiro. Às vezes o passado retorna, também bate à porta e a sensação de querer ouvir “eu te amo” daquele fantasma é tentadora. Mas não existe tempo ou espaço para o passado. Existe você, no aqui, no agora, no presente mais que perfeito. Coisa de adolescente desejar a uma estrela cadente um amor verdadeiro. Mas era isso que fazia todas as noites, mesmo adulto. Queria, por um instante que fosse, sentir que você existia, que você diria “eu te amo” do fundo do seu coração. E eu me sentiria nas nuvens, e diria a mim mesmo “conquistamos um ao outro, eu estou com você e você está comigo, eu te amo e você me ama”.

Só que você veio totalmente oposto a isso. Quieto, calado, racional, fechado em um mundo que nem sempre está aberto a mim. E mesmo assim, timidamente, eu digo “eu te amo”. Talvez você sinta isso e só não consiga falar. Talvez você sinta e só saiba demonstrar, do seu jeito silencioso, que você me ama. Só queria que você não tivesse medo de sentir, de se entregar como eu me entreguei, mesmo que por aquele segundo, que você sentisse o que eu sinto. Eu tento te conquistar, me aproximar, abraçar, segurar na sua mão, beijar, a cada dia que passa. Às vezes dói não saber o que você pensa, sente e deseja. Só que a cada olhar, a cada dia que passa, tudo que eu mais quero é ter você comigo, seja como for, do jeito que for.

Eu sou bagunçado, romântico, temperamental, às vezes jogo. Mas tudo que eu quero é brincar. Quando se joga, um ganha e outro perde. Quando se brinca, todos compartilham o momento, divertem-se e ficam juntos. E assim é como eu quero nosso amor, uma brincadeira entre gente grande, mas com aquele sorriso maroto de menino, conversas longas pela madrugada até que um dos dois pegue no sono, rir até doer a barriga, chorar com filmes bobos que falam sobre amor. E até mesmo nas brigas, discussões e momentos de imaturidade, que a gente converse, peça desculpas e se beije. E tudo quase volta a ser como antes, pois estamos juntos para o que der e vier.

Eu quero que você seja meu desejo atendido, que aquela estrela cadente tenha me ouvido. Eu quero que você saiba que eu também sou real, de carne e osso e estou aqui, esperando que você desperte para o amor como eu despertei quando te vi pela primeira vez. Se você soubesse que eu existo, e que eu posso ser o melhor para você (o que não garante que eu seja perfeito), meu mundo seria mais colorido e mais feliz. É contraditório, porque eu sei que você existe e você sabe que eu existo, eu sou sonhador, idealista e você é realista e racional e eu vejo que nos complementamos. Eu sinto e você pensa, eu digo e você demonstra, e assim construímos cada instante e cada momento.

Eu digo “eu te amo” e você fica em silêncio, talvez tentando entender o que isso significa. Você não diz “eu te amo”, e eu tento entender o que isso significa. Será que um dia você me amará? Será que você declarará seu amor por e para mim?

Não sei… E mesmo que isso não aconteça ou que a vida nos leve para caminhos diferentes, eu continuarei a dizer simplesmente que te amo…

Caros leitores e leitoras desse blog!

Espero que todos estejam bem.

Faz algum tempo que não publico nada (aliás, sendo bem sincero, um bom tempo que esse blog não tem uma atualização). Acabei de assistir a um filme chamado “Intrigas de Estado” (mais um desses filmes policiais que envolvem jornalismo investigativo, políticos americanos e crimes), e ele me fez voltar ao tempo e escrever esse artigo sobre porque eu amo escrever, o que me levou até esse blog e as escolhas que fiz. Read the rest of this entry »

Para começarmos nossa reflexão, vamos definir o que é andragogia. Segundo a Wikipedia, “Andragogia é a arte ou ciência de orientar adultos a aprender, segunda a definição creditada a Malcolm Knowles, na década de 1970. O termo remete a um conceito de educação voltada para o adulto, em contraposição à pedagogia, que se refere à educação de crianças (do grego paidós, criança)” Read the rest of this entry »

Estava procurando um tema para a coluna dessa semana, e ela caiu do céu. Uma pessoa muito próxima estava me contando sobre brincadeiras que os colegas de trabalho fizeram, e o comentário-chave desencadeou essa reflexão: “tem gente que mistura as coisas, não podemos dar liberdade”. Read the rest of this entry »

Outro dia estava escrevendo uma mensagem de texto no celular. Comecei por perguntar “e aí, tudo certo, na medida do possível?”. Comecei a refletir sobre a frase: “na medida do possível”. Mas o possível tem medida? Read the rest of this entry »

No post anterior, terminei falando que nada acontece por acaso. Tem momentos que conhecemos uma pessoa, olhamos, e dizemos: “nossa, não tem nada a ver comigo, nem rola química”, e optamos por ficar com outra pessoa. Aí, o tempo passa, e aquela pessoa que ficamos some, desaparece, e aquela que não tinha nada a ver, nós resolvemos dar uma chance, e aí, somos surpreendidos. Por quê? Porque ela se torna uma pessoa que tem tudo a ver com você, rola a química, e uma bela história de amor pode começar. “Há tanta vida lá fora, aqui dentro sempre, como uma onda no mar…” Read the rest of this entry »